Lana Del Rey - Pretty When You Cry
quarta-feira, 25 de junho de 2014
segunda-feira, 23 de junho de 2014
terça-feira, 17 de junho de 2014
segunda-feira, 16 de junho de 2014
did u know?
Ninguém
sabe – acho que nem eu entendo muito bem como – mas tu destruíste-me. Simples.
Não vai haver ninguém como tu. Ninguém me vai marcar como tu me marcaste.
Ninguém vai deixar cicatrizes de uma felicidade tamanha que dói. Ninguém. E tu
deixaste tanto. Esqueceste-te de tralha que nem eu quero, espalhada pelos
cantos. Agora, quando não estou atento, tropeço. Muitas vezes até acredito que
tropeço propositadamente para que te possa sentir em toda essa tua tralha. E
hoje tropecei. Nunca aprendo. Não te vejo há meses mas sinto-te da mesma forma.
Torturando docemente, naquele compasso nosso, durando madrugadas infinitas
porque nenhum de nós queria dormir sozinho. Onde estás agora? E com quem?
Destruíste-me. Sabias isso?
domingo, 8 de junho de 2014
sábado, 7 de junho de 2014
espero
Espero.
Os dias arrastam-se, longos e vagarosos. Vejo-os passar sem ouvir de ti.
Tique-taque, tique-taque. Tudo se move mas eu estou parado. O vento sopra e
chama a chuva. A casa está quieta. Respiro fundo. Tudo aqui te chama. Coloco o
telemóvel ao meu lado e espero. Ponho música a tocar e enquanto ela ecoa pelas
paredes vazias, olho pela janela. Cinzento esconde o sol. O relógio não pára e
sobrepõe-se à música. Tique-taque, tique-taque. Eu espero sem vontade. Aguento
a dor. Desisto e escrevinho algo. Espero mais um pouco mas agora faltam-me as
palavras. Não sei de ti. Não sei esperar mais. O telemóvel continua sem sinal
teu. Tudo aqui ainda te chama, cada vez mais alto. O relógio não pára.
Tique-taque, tique-taque. Espero. Espero e dói. A casa está sem vida. Tudo aqui
são vestígios teus. Sabes o quanto eu dava para que fizesses o frenético
tique-taque parar? Não, acho que não. Continuo a perder-te por muito que
espere, é isso. E não o consigo evitar.
sexta-feira, 6 de junho de 2014
-eu
quinta-feira, 5 de junho de 2014
nothing between us
Ultimamente
tento ocupar a mente com actividades triviais na esperança de esquecer que me
esqueceste. Engulo as mágoas e finjo não as sentir esgravatarem-me por dentro.
Mas cá estão elas, dentro de mim. Remexendo familiarmente, afirmando-se! Nunca
foram a lado nenhum. O medo é real. E eu tenho medo de te perder na multidão
que me esqueceu. Tenho medo que me vires as costas como todas as pessoas da
minha vida. Não existe mais nada entre nós a não ser distância. E ultimamente
não consigo nega-lo por muito que tente.
segunda-feira, 2 de junho de 2014
youarealone
Dizes-me,
sem rodeios, “Estás sozinho.” e eu não tenho como te provar o contrário. Não tenho nada para mostrar a não ser um
longo leque de sorrisos falsos e uma mão cheia de memórias que tento manter.
Triste, penso para mim, sou um triste. Não tenho nada para te provar o quão
sozinho estou a não ser a tua ausência. E mais uma vez, pela força do hábito,
sorrio. Ilógico. Recuo sobre mim mesmo e recordo os passos que dei em falso.
Todos eles me trouxeram aqui. A esta retrospectiva fúnebre e viciada. E eu já
senti “isto” vezes a mais e já vi este filme vezes sem conta.
Estou
sozinho, tenho de acabar por aceitar. Finjo uma felicidade que não existe e
repito tudo na esperança que se torne real. Mas algo está errado, não é? E tu,
sem rodeios, respondes que sim. Dizes-me que tudo em que toco acaba por morrer
aos poucos e eu acredito. Eu acredito sempre em ti. Tudo em que toco acaba por
morrer aos poucos. Desculpa se te fiz mal e fico feliz por teres conseguido
sobreviver-me. Tens razão, estou sozinho mas eu aguento. (ainda não sei como mas) Eu aguento.
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