Empoleirados em mim e pesando-me nas costas. Ainda.
Agora decompondo-me a postura e infligindo-me
uma dor execrável.
Apertando-me o pescoço como mãos
que necessitam do meu próprio ar para sobreviver.
E eu continuo cansado. Cada vez
mais cansado.
A minha asfixia tem o vosso nome - quão triste isso é?