quinta-feira, 30 de abril de 2009

apontar o dedo

Eu sei que não há como fugir aos dias maus. Aos dias em que apagam totalmente os outros que penso serem bons. Não há como escapar à dor que se reflecte na minha cara. E então eu vejo a tua cara. Não consigo suportar a dor nos teus olhos afogados nas memórias. Não consigo olhar mais para ti.

E então, eu escrevo. E não tens o direito de me criticar. Não podes criticar a minha forma de colar o que tu partiste. Não tens o direito de me fazer olhar para ti quando só quero virar as costas. Não podes.

Um comentário:

-tânia disse...

Amei o teu blog ;$
Os teus textos, fazem mesmo pensar, e pensar e pensar!
O sentimento e a dor!
A alegria e a perda!
Fantástico mesmo :)
Beijo*