O teu aniversário foi ontem ou anteontem. Quis desejar-te o melhor do mundo mas, em retrospetiva, ainda bem que não o fiz. Não teria sido justo. Isso. Nem para mim, nem para ti.
Eu era infeliz. Penso que tu
também. Então parti. Ontem ou anteontem.
E hoje não tenho o direito de remexer
na tua recente felicidade. Não é mais minha, é tua. Meus Deus, como espero que
sejas feliz…
Será que tu sabes?...
Será que sabes que a primeira proposta literária que tive na vida foi sobre ti?
Dois mil exemplares e nem
assim, em página alguma, te encontrei.