Cuspir o teu nome ainda é o mesmo que tocar numa ferida acabada de fazer. É excruciante; como que se me rasgassem a pele. Involuntariamente os meus olhos mostram as profundezas do seu mar que se mantém congelado duros meses sem fim. Tremo do meu próprio frio e fujo do assunto como se nunca lhe tivesse tocado – como se nunca te tivesse tocado.
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