terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sufoco

Dizes-me na tua voz fraca, São as minhas palavras que te ensurdecem. Tento escutar e o silêncio manifesta a tua ausência. Dizes-me, então, na tua voz fraca, Contaminei o teu ar e já não sei respirar onde quer que seja. Noto que o ar é escasso e o meu coração abranda. Calas-te e não dizes mais. Dos teus olhos uma lágrima cai no chão molhado que descalço piso e acorda o silêncio. O ar regressa. Foste de vez.

M.S.; 21 de Outubro de 2009

2 comentários:

ritinha disse...

Never say nerver :S

-tânia disse...

Há um tempo prá tudo, até prá mudar!
Por hoje chega, e repetes, por hoje!
Magnífico, como é habitual :)