Quando olhas para mim, e revejo-te por detrás de tudo o que agora és, quase que consigo distinguir-te. E mesmo às vezes, eu quase consigo ouvir a tua voz. Tirando isso, não me resta mais nada, é só isso que tenho. É só isto que me dás. Vestígios. É então que me sinto a desaparecer em cada segundo que passa. Desaparecer por entre estes pequenos vestígios que se agarram às minhas pernas, impedindo-me de correr. Engolindo-me para um sitio onde tu olhas para mim e quase que te ouço como antes.
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