Quando algo nos abandona preferimos não a ver mais. Preferimos que esse algo nos deixe de perseguir involuntariamente, preferimos que esse algo não nos faça cair mais. O seu esquecimento é sempre mais fácil se não formos obrigados a confrontá-lo. É por isso que esse algo nunca nos abandona verdadeiramente, permanece sempre tentando-nos, torturando-nos com a sua presença para nunca deixemos de lembrar o seu significado em nós.
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