A luz cristalina que provem da janela ilumina, finalmente, o quarto onde me encontro. Já não distingo o frio do calor e habituei-me às dores diárias que antes me assombravam. As forças vão crescendo pouco a pouco e vou encontrando de volta a razão pela qual comecei a respirar. Nem tudo está perdido.
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