É tão simples o quão complicado é para mim não sentir nada. Respirar finalmente, sentindo o ar passar por dentro de mim e ouvir o meu coração. Torna-se tão difícil perceber o fácil quando respiro um ar tão diferente do teu. É um alívio relativo, torna-se facultativo aos sentidos que já deixaram de sentir. Sorrio, mesmo tendo-te aqui a perfurar o meu coração. Mas pelo menos, não te sinto e, sabe tão bem.
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
poço sem fundo.
Poço sem fundo, continuo a cair em ti. Faz tanto tempo que estou aqui que já familiarizo com as novas pedras que acabei de conhecer. Pedras iguais, que me envolvem na escuridão. Passo por elas só com tempo para dizer adeus. És tu quem és as engloba, és tu quem interessa. Não vejo o teu limite, e as metáforas dizem-me para te chamar pelo verdadeiro nome, mas não interessa. Seja qual for o teu nome, caiu sempre em ti e esse é o meu desejo sem fundo. Ficar em ti, eternamente.
sábado, 18 de outubro de 2008
?
Não consegui ver os teus defeitos, estava demasiado ocupado a tentar consertá-los. Odeio ver a pessoa que te tornei e a pessoa que me tornas. O silêncio é tanto. Quem és tu?
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