quinta-feira, 30 de outubro de 2008

- respirar

É tão simples o quão complicado é para mim não sentir nada. Respirar finalmente, sentindo o ar passar por dentro de mim e ouvir o meu coração. Torna-se tão difícil perceber o fácil quando respiro um ar tão diferente do teu. É um alívio relativo, torna-se facultativo aos sentidos que já deixaram de sentir. Sorrio, mesmo tendo-te aqui a perfurar o meu coração. Mas pelo menos, não te sinto e, sabe tão bem.

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