“Já vi tudo o que havia para ver.”, disseste sobre mim.
Sou um livro aberto, é verdade,
mas de tantas páginas arrancadas, pouco resta. Entre palavras que não consegui
apagar, entre histórias que não quis contar, entre erros que preferi não ver,
fui rasgando página a página.
Pouco resta senão uma feia capa e
uma frágil lombada.
E não sei se vês isso…
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