São coisas. Pedaços que ficaram caídos pelo caminho. Sem nome, sem
forma. Coisas. Metafóricas e reais. Coisas que deixei na tua casa, no
teu quarto, no teu corpo. Nunca mais as vi. Não sei delas. Nem as quis
guardar. Entreguei-tas, sem que me tivesses pedido, e virei-te costas.
Hábitos antigos demoram a morrer, certo?
Parece que o meu hábito mais antigo é fugir.
Desculpa, ou assim…
27.08