Volta e meia estou aqui.
Neste sítio.
Onde finjo sair, onde finjo levantar-me.
Mas não. Demasiado vulnerável para compreender que a vida se
esqueceu de mim neste beco sem saída. Deixou-me aqui. Com todos os meus fantasmas.
Neste sítio.
Onde me custa estar, onde quero ficar.
Que é de mim? A dor é-me inerente. E como não, se é tudo o
que tenho?