Não
passo “disto” – um corpo cheio de óbvios problemas de abandono e de
fragilidades disfarçadas. Por essa razão ergo paredes em meu redor e deixo
sempre uma margem de distância entre mim e alguém. Não deixo que criem qualquer
tipo de ligação comigo e deixo-me ficar por aqui. E é só quando me vejo sozinho
que me apercebo que a cura dói mais que a doença.