quarta-feira, 8 de junho de 2011

:D

Eu bem soube, quando te jogaste da ponte sem ver se havia água no fundo, que te ias arrepender. Agora, magoada e sem razão aparente para existir, inventando desculpas para tudo o que de errado aconteceu contigo, és pouco mais que um corpo qualquer. Desperdiçando espaço, chorando o rio em que agora te afogas. Não te resta nada, bem sei. Julgas-te rodeada de amigos mas nem mesmo eles gostam de ti. Sofres de tamanhas insignificâncias, cravadas sem sentido em ti, e lanças ao vento para que todos as possam ouvir. Mas ninguém quer realmente saber. Fingem, sorriem, evitam e tentam calar-te. Tornaste-te nisso. (...) E eu só tenho uma pergunta para te fazer: Devia eu ter pena de ti? (e se pensas que isto é sobre ti, pensa outra vez. O mundo nunca girou em teu redor e isso ainda não mudou.)

2 comentários:

Débora disse...

adoro, reencaminhava isto a muitas pessoas se possível. senti-o. beijinho.

Jane Doe disse...

'Não te resta nada, bem sei. Julgas-te rodeada de amigos mas nem mesmo eles gostam de ti. (..) Mas ninguém quer realmente saber. Fingem, sorriem, evitam e tentam calar-te. (..) O mundo nunca girou em teu redor e isso ainda não mudou.)' epáááá, que posso eu mais dizer sobre isto?! *.*