quinta-feira, 19 de maio de 2011

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(...) Trazia com ele um afecto maior que as palavras, calcado no seu aspecto brilhante e frio. Quando desapareceste ele tornou-se na prova viva da tua existência, muito mais que algumas fotografias ou mensagens escritas. Mas um dia deixei de o usar e nunca mais soube de ti. Ainda te vi, passei por ti e cumprimentei-te mas não eras tu. Raras eram as vezes em que te encontrava. Guardei (...) a sete chaves como o segredo terrível que era, envergonhei-me por esconder algo teu e senti tudo o que tinha a sentir. E desde então nunca mais soube o que sentir em relação a ti ou a tudo o que restou (- nada).

2 comentários:

Jane Doe disse...

perfeito :# <3

PR" disse...

tinha tantas saudades de vir aqui!
adorei :)