E é assim que olho para ti agora; depois de tudo – como se não estivesses aí. Ainda te sentas no teu pequeno trono e julgas-te no direito de me pisar. Prendes-me. E eu deixo. Olhas para mim, sorris, eu morro. Fico a mirar-te mesmo sabendo que não estás verdadeiramente ali. Acredito fielmente que me procuraste e que me quiseste ver. Caiu. Não é essa a verdade. Mantenho-me no chão da tua ausência e peço-te com o meu imundo silêncio que me deixes ali junto ao que já não és. Como pode alguém que já não existe ter tanto poder sobre mim? Estou sempre aos teus pés, esperando…
M.S.
Um comentário:
Não vou dizer nada para não me tornar repetitivo :c
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