Dos teus olhos eu já tive a visão que quiseste. Vi o mundo da cor que pintaste e soube que o vento não soprava. Da tua pele eu deixei de sentir o toque que aquecia e tornei-me gelo das tuas lágrimas. Da tua boca eu fui as palavras que fugiram, o adeus constante que não foi dito. De ti eu fui muito. De ti formei-me um fantasma de todas as ruas que percorremos.
M.S., 28 de Setembro de 2009
2 comentários:
também achei :)
Díficil é sermos tanto, sozinhos!
Gostei :)
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