O mais fascinante era não ter de dizer nada. Não contigo. Contigo não necessitava combinar ou marcar. A ligação que existia perante nós permitia captar elementos que mais ninguém conseguia ler. Os nossos olhares apenas eram olhares para quem os visse senão nós; nós entendíamo-nos sem precisar de uma única palavra. Esta concomitância, mesmo que de certa forma se tenha quebrado, ainda permite manter uma ligação que fortemente se distingue de qualquer outra. Agora mesmo sem palavras, e sem olhares, ninguém entende (até mesmo nós) a razão por estares onde eu estou quando não o queremos. Ninguém, nem mesmo eu e tu.
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