Já me havia esquecido. Já tinha conseguido superar a falta que me irias fazer e quando estava contigo já conseguia ver-te como antes. Então o medo ligou-me, conseguiu pôr o meu coração a bater mais rápido do que alguma vez bateu e a tua imagem surgiu na minha memória. Uma imagem que eu inventei, a desaparecer como uma sombra a ir para a escuridão de uma luz que cega.
Não vás. Pela milésima vez, não vás. Fica comigo mais e mais. Seca as lágrimas que teimam em fugir e dá-me um sorriso teu para que tudo volte ao normal. Faz-me rir. Abranda o bater do meu coração que ele anseia por ir ter contigo. Não foi preciso muito para o medo voltasse. Para que me atacasse após os infinitos dias que levei a apagá-lo. Não me assustes assim.
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