Páginas e páginas que o tempo escreveu sobre ti. Tantas horas, tantos minutos e tantos segundos que derrubaram as palavras de ti. Só agora a linha do passado se cruza com a do presente, só agora a dor ganha um papel principal com tamanha intensidade. Tantas páginas que o tempo quis apagar, e que tanto tempo depois as reescreveu. O tempo falhou em apagar-te. E após tantos dias, tantos meses e tantos anos ainda te encontro aqui. Sentado ao lado do relógio, sempre retrocedendo os ponteiros com o teu nome.
O tempo deixou de curar, e as páginas que escreveu sobre ti continuam queimando a carne de quem as lê. Dói, e nem segundos, minutos, horas, dias, meses ou anos te apagam da dor. Tudo o que me dói, continua a ter o teu nome.
O tempo deixou de curar, e as páginas que escreveu sobre ti continuam queimando a carne de quem as lê. Dói, e nem segundos, minutos, horas, dias, meses ou anos te apagam da dor. Tudo o que me dói, continua a ter o teu nome.
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