quarta-feira, 18 de março de 2009

nothing at all


(...) Sinto tanto a tua falta sabes? Por vezes não consigo controlar até que ponto o faço e deixo que me domine. E choro, derramo lágrimas por cada momento que como tu desapareceu em mim. Vejo-me fraco, sinto-me sem reacção enquanto as lágrimas cobrem a minha expressão apática.

No fundo não é real. Sinto tanto a tua falta que expludo para que me deixes, e não encontro sentido nisto.

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