Volto as costas por cada ausência que vive em mim, escondo o orgulho ferido na máscara que me socorre, dou passos cautelosos sem tirar o olhar do meu caminho. Deixo-me passar por memórias que me viram enquanto fugia delas, e não descubro a minha existência.
A minha alma ainda grita, e sem querer apressar, espero descobrir uma cura que me traga uma nova face ou quem sabe um novo eu. Recorto as já recortadas imagens do que fui e imortalizo essa pessoa em cada segundo que passa. Fui tanto que agora vivo perdido nessa existência passada. Ainda dói a procura do meu ser.
Nenhum comentário:
Postar um comentário