sexta-feira, 6 de março de 2009

blinded soul


Se na minha alma me procuro, perco-me. Os longos instantes que retiro só para a minha busca pessoal tornam-se escassos sobre mim. Dentro de mim ouço o meu coração ditar o tempo que me resta e mais nada, nem mais um resto de luz, eu sinto. É escuro, demasiadamente escuro. Talvez seja essa a cor da minha alma: preto. Abismado por tal pensamento soltar-se em mim, recuo e liberto-me do tempo.

Mas… no fundo, não importa de que cor é a minha alma ou se me perco dentro de mim, pois pelo menos ainda sei onde estou, mesmo que seja cegamente.

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