Sim, se cada vez que no fundo da questão te procuro, os meus olhos estão cegos, e se por todas as vezes que a minha voz não liberta um som, chamo-te. Todas as contrariedades têm o teu nome. E por mais uma vez, se me tocas no braço, não sinto. Vejo-te cegamente tocando-lhe e não pergunto o sentido, porque se já nem a tua voz eu ouço, o resto não existe.
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