Não pedi ao meu silêncio que ele chegasse, não pedi ver quando implorei para me manter cego, não pedi a saudade que se abate em mim de ti. Não pedi nada do que me deste/dás mas, como sempre, recebi algo em troca sem ter dado nada. Ganhei-me, percebi quem era em mim. Entendi que não ‘sou’, mas vou ‘sendo’. (...)
Não ouço a tristeza chamar, mas chamo sempre por ela, pela saudade de sentir a brisa do mar contigo e também contigo. (…) Ambos foram tão meus como o são agora. A ti, sempre em primeiro lugar por diversas razões, digo que o ciclo quebrou e a ti digo que irei usar todas as minhas forças para não te transformar num ciclo.
Quem diria, …
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