Sobre os sonhos poucas são as palavras existentes para referir a tristeza crescente em mim ao vê-los cair um a um. Caiem como chuva, como meteoritos que destroem a órbita da minha alma. Um por um, o destino é encarregue de desviar os seus caminhos e de os fazer cair sobre os meus pés fracos já de si. E chega o momento em, que nos vemos numa vertiginosa espiral de ilusões, segmentos opostos da realidade e somos obrigados a tomar decisões.
Há quem escolha escorregar na espiral ilusória, queimando a pele e o olhar de cada vez que olham para a realidade oposta que cega com cega fúria. Eu? Já tenho queimaduras, dores diárias que me forçam a cair em mim. Não basta gritar o fim, pois sei que os meus sonhos não fazem parte de mim, mas sim do destino e ele atravessa-os em mim para que a dor acorde em mim uma vez mais.
Foi essa a minha escolha, entregar de vez os meus sonhos ao destino e que as suas mãos se dirijam a mim nem que seja apenas para acenar um profundo adeus, …
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