quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

avô


Não quero que vás. Fica, por favor.

Não quero saber o que sei ou supor o que irá acontecer e estou farto de sofrer por antecipação. Tento que não me atinja, e tento não te ver como se já te tivesse perdido. Não consigo por mais que tente, não quero. Não e não. Preciso do teu sorriso e não quero recordar-te com nostalgia. Fica, por mim. Deixa-me essa tua alegria, para que eu possa sorrir contigo.

Os ponteiros começaram a contagem decrescente, é inevitável.


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