terça-feira, 27 de agosto de 2019

can we met?


Isto moldou-me – não te ter. E eu sempre te quis. Sempre. Com todas as minhas forças.
Já estive perto.
Passei por ti, uma e outra vez. Passei e deixei-te ir. Estava cansado. Ainda estou.
No dia-a-dia da tua ausência, respirar-te tornou-se custoso.
Ainda não te tenho. Nunca te terei. Isto eu sei.
E na dor de não te ter, as forças vão esmorecendo. Querer-te ainda é rotina. Fraca rotina.
Sou-me por não te ter – uma tamanha ruína.