Lembraste
daquelas pequenas coisas que tu fazias para me mostrares que eu era a pessoa
mais importante da tua vida?
Quando
me pediste para alterar a tua passe pela minha para termos a mesma. Quando me
perguntavas se eu queria algo, porque ias buscar para ti, ignorando se as
pessoas que nos rodeavam também o queriam. O código que inventaste para
perguntarmos, sem que ninguém percebesse, se podíamos falar. Quando sugeriste
que fizéssemos uma cópia da chave da casa para trocarmos e entrarmos quando
quiséssemos.
Como
as coisas mudaram, não é?
Não
quero esses tempos de volta, não penses que é esse o caso, mas não consigo
evitar uma pequena ponta de saudades. Antes era o centro de gravidade de
alguém. Agora nem encontro o meu.