Ainda
não sei. Mas em mim, a familiar dor de barriga, diz-me o que não quero – diz-me
que tenho razão. Já não é a primeira vez que quero estar errado. Talvez eu não
o demonstre. Talvez peque pela minha forma indiferente de encarar a situação.
Mas não me é indiferente. Por muito que o pareça. E só porque estou habituado a não
ter ninguém, a não ser a prioridade de alguém, não quer dizer que não doa.