quarta-feira, 26 de novembro de 2014

trust



São duras as palavras que não me dizes. São como pedras que insistes em atirar-me à cara. Escondes e mentes-me. Ages como se eu fosse julgar as tuas acções. Eu! Eu que te apoiei em todos os momentos desde que te conheço, mesmo aqueles que não compreendi. Eu que te aconselhei em situações sobre as quais ninguém mais sabia.

Porque és assim? Achas-me assim tão fraco de espírito ao ponto de não saber guardar um segredo? Só existo para te animar quando precisas ou para quando não tens mais ninguém a quem ligar?

Onde está essa confiança de que falas? Não a vejo em lado nenhum. Só a vejo da minha parte. Tu perguntas, eu digo. Eu pergunto, tu mentes.

Como posso ainda considerar que sejas meu irmão?