quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

ps,2

Não sei ao certo de onde a dor vem. Ausência? É apenas um princípio. Não há sítios onde o meu coração não perca mais um pedaço de cada vez que não (te) sente, não há palavras para (não) ouvir, não há nada de nada. Ausência de vida, sempre o meu deserto. Continua a dor forte; bem forte. Estás sempre aqui, mas pelos motivos errados. Não sei ao certo de onde a dor vem. Existência? Talvez seja apenas o fim; mas dói e muito.