Ao
fim de todo este tempo, uma e outra vez – tu. Nunca mais fui o mesmo. Tento
continuar o meu dia-a-dia deixando de parte que um dia foste a pessoa mais
importante da minha vida mas sou fraco. Estou aqui, à distância, onde não te
consigo ver e tento. Tento com todas as minhas forças. Mas nem isso atenua a
falta que me fazes.
domingo, 14 de agosto de 2016
wk
Eram
outros tempos. Havia inúmeros planos radiosos para um futuro melhor – para o
que serias e o que farias com a tua vida. Eras força bruta. Todos te apontavam
o gigante que eras e o quão alto irias chegar. Mas estavam errados. Quase chegaste
lá e realizaste todas as profecias escritas sobre ti. No entanto a vida tinha
outros planos e fez-te tropeçar. Foi assim que tu descobriste que odiavas
sonhar e deixaste de o fazer. Deixaste para trás todas as palavras que foram
ditas sobre ti e reescreveste um dia-a-dia de passos parados e remendes. Reconstruíste-te
numa sombra. Não há nada de radiante em ti. És tão pouco que apenas serves de
substituto para quando não há algo melhor.
Quem
diria que seria assim? Foste mesmo um gigante. Nunca haverá ninguém como tu. Mas
esqueceste-te de que quanto mais alto se sobe, maior é a queda. E hoje, passado
todo este tempo, ainda nem te conseguiste levantar. Quem diria.
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