segunda-feira, 26 de outubro de 2015

ferrari



Na pressa de sair esqueci-me de dizer que não queria ir. Saí tão rápido que nem deixei tempo para sentir o que fosse. Mas agora parei. E sinto. Sinto sempre o mesmo, este vazio que não tem como ser preenchido. Sinto-me sempre sozinho, sabes? Tudo está bem quando estou contigo e me lembras o que é ter alguém mas quando entro em casa, entro neste buraco escuro que é a minha vida – e dói.

Estou tão perdido. E tu estás longe demais para saber que eu só preciso das tuas direções…

sábado, 17 de outubro de 2015



Junto palavras e acabam sempre por dizer o mesmo. São cópias de uma cópia. Sinto que as escrevo por rotina como que para reencontrar amigos que perdi, para sentir o que senti numa outra vida. Neste momento nada, nada sinto mas tudo dói. Não sei como escapar disto…

terça-feira, 13 de outubro de 2015

blessed

(...) 


Mais uma vez, obrigado.
Nunca será suficiente mas não tenho qualquer outra forma de agradecimento perante tudo o que fazes por mim. No entanto, espero que acredites quando te digo que se algum dia descobrir como te retribuir todas as infinitas horas de amizade, de palavras sábias, de risos e de muita paciência, eu faço-o sem pensar duas vezes. Tu mereces. Não há valor monetário ou sentimental que seja equivalente ao que realmente é teu por direito e dizer que mereces tudo, parece-me pouco.
És um herói para mim. Uma âncora, um apoio, um cadeado, um colo. Um fio condutor dos meus dias. Nunca ninguém vai ser como tu.
E é por isso que acredito que sejamos à prova de bala. Aconteça o que acontecer.
         
            27.05.15