(...) Sim, tudo mudou. Nem para melhor, nem para pior. Mas se tiver que continuar assim, não é inteiramente mau. É apenas diferente.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
the last dream.
M.S.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
ironia.
E, no final, não me posso deixar de rir desta ironia. Como me pudeste ensinar a viver se te esqueceste de me explicar como o fazer sem ti?
M.S.
sábado, 4 de dezembro de 2010
m-
Eu não queria isto. Eu não queria sentir saudades tuas, daquilo que fomos. Pensei que, ao ler as palavras que tantas vezes escreveste para mim, permaneceria firme dentro desta minha armadura de gelo (que também tu ajudaste a criar) e que não recordaria na boca o doce amargo sabor da tua presença na minha vida. Tornaste-te numa pessoa que eu apenas ouço falar, como um conhecido que evitamos na rua para não ter que cruzar o olhar. Mas mesmo assim, eu senti a tua falta. E senti a dor percorrer-me o corpo e deixar na barriga um pequeno frio por ver o quanto nos ferimos e o quanto os nossos passos em falso se traduziram em saudade. Foi positivo. Sentir saudades tuas é melhor do que sentir indiferença por aquilo que te tornaste. Foi bom recordar que um dia já conheci a tua alma e que bastava olhar-me ao espelho para te encontrar. Mas só porque caí no erro de sentir momentaneamente a tua falta não quer dizer que vá experimentar mais uma vez a tua dolorosa presença. Não muda nada. Tu ainda estás aí, onde não te quero ver ou encontrar, e eu aqui, tão longe de ti… - 18.07.10
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
faixa 12: Time
M.S.; 24 de Julho de 2010
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