
(...) E foram muitas as vezes que te dei o meu ombro para que chorasses nele. Repetidas vezes que eu ouvi a tua doce voz distorcida pelo tremer e a inconstante respiração que as lágrimas te causavam. Muitas foram as vezes em que precisaste de mim, em que me chamaste para curar a ferida recente. Para onde foi tudo isso?...
M.S., 5 de Novembro de 2009
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