Não me craves as tuas unhas no meu braço, não me fará ficar aqui. Nem tão pouco tenciones alojar-te na imensidão do meu vazio, não quero partilhá-lo contigo. Muitos foram os passos que dei para te encontrar e apesar de sempre recuares perante as minhas asas, eu perdoei-te (embora julgues o contrário). Perdoei, engoli o amargo sabor do meu orgulho e dei um outro passo. Um outro passo só para te descobrir em cacos e para me magoar com a tua (nova) queda. Mais uma vez, magoaste-me apenas pela tua (in)existência. É isso que me dás a conhecer, a tua dor, e não sou forte o suficiente para carregá-la juntamente com a minha.
Então peço-te, uma outra vez, para que não craves as tuas unhas no meu braço. O meu corpo poderá ficar contigo, mas a minha alma (já) não.
Um comentário:
Obrigado emanzinho :) Já sabes, nem vale a pena comentar o assunto ^^
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