Mói, dói e não mata. Não sei até que ponto me torna mais forte, mas sei que a sua doce tortura me acorda com uma ligeira vontade de acabar com o que não me matou. Mas no fim de tudo consigo ver com claridade o que não me tornou muito mais forte ou menos. O que me passou ao lado ou o que eu deixei que me acertasse. E não és tu quem tem o direito de me chamar fraco. Sou eu, apenas eu.
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